24 de agosto de 2010 | Noticias
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A idéia é retomar tradições ancestrais em matéria de produção agrícola com a contribuição dos especialistas universitários, e colaborar dessa forma com a mitigação da mudança climática e a consolidação da soberania alimentar.
“Temos práticas milenares de nossos povos originários que têm sido deixadas de lado e que são vistas como um atraso, porque foi imposta uma visão de desenvolvimento baseada na extração, exploração e monocultura”, manifestou Natalia Atz, da Associação Ceiba Amigos da Terra Guatemala.
Ceiba é precisamente um dos grupos que organiza um seminário internacional sobre agroecologia e soberania alimentar, que se desenvolve de 23 a 27 de agosto, e onde participam especialistas do México, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Equador, Bolívia, Venezuela, Chile e Guatemala, o país anfitrião.
También convocam à atividade internacional a Faculdade de Agronomia da Universidade guatemalteca de San Carlos, a Rede Nacional pela Defesa da Soberania Alimentar na Guatemala (REDSAG), o Instituto de Pesquisas Agronômicas e Ambientais, e o Conselho de Instituições de Desenvolvimento da Guatemala (Coinde).
Além das ponências sobre temas vinculados à agroecologia, serão feitas visitas a experiências camponesas que têm sido bem-sucedidas na implementação da produção agroecológica.
“Se todos utilizassemos a agroecologia, que não contamina, as consequências da mudança climática não seriam tão graves”, lamentou Atz, que afirma que na Guatemala não existem políticas de divulgação sobre os danos que provocam os produtos químicos utilizados na agricultura.
“E as comunidades acabam usando-os pelo que diz a propaganda”, disse a integrante da Associação Ceiba.
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